

“Em uma tela menor, começa um filme menor”
O objetivo é incentivar o pessoal a assistir os filmes em tela grande. Veiculado pela rede Cineplex do Vietnã.
Campanha criada pela Ogilvy & Matter.
Artigo de Thiago Nascimento
Bem mais importante que saber que estamos vivendo a era do marketing digital é entender o motivo pelo qual isso está acontecendo.
Segundo Kotler e Keller, 2006 - Marketing é um processo por meio do qual pessoas e grupo de pessoas obtêm aquilo do que necessitam e o que desejam com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros. Se analisarmos essa definição com atenção, notamos que as pessoas, ou seja, os consumidores são a essência do marketing. São eles que norteiam e motivam as empresas a criarem produtos/serviços mais sofisticados, menos trabalhados, ampliado, básico, mais caros etc. Salve pequenas exceções, são os consumidores que ditam as regras e dizem qual, como, quando e onde comprar um produto ou serviço. Quer prova mais viva do que a pesquisa qualitativa? É por isso, amigo, que aonde o consumidor vai as marcas vão atrás. E o consumidor está indo para internet. Duvida? Então vamos lá.
Recentemente, o IBOPE publicou uma pesquisa mostrando que o acesso à internet no Brasil atingiu em Maio a marca de 33,1 milhões de usuários brasileiros. Por trás desse dado, se percebe que já existe a primeira geração 100% on-line. São jovens que nasceram e cresceram com a internet ligada de uma forma muito intensa às atividades do dia-a-dia. Até porque as atividades reais estão sendo cada vez mais reproduzidas no meio virtual. Duvida? Então vamos lá.
Se você quiser rezar pela web, acredite, você pode. No people2pray você pode registrar todas suas preces/pedidos/desejos e dar baixa naquelas que você já foi atendido. Ah, também existe o Godtube, um site que reúne apenas vídeos religiosos. Querendo ficar em forma? A web também te dar uma força. No Funbeat , site que se nomeia como personal on-line, você informa seus dados (peso e medidas, metas e objetivos) e o sistema gera uma lista de exercícios e gráficos para você acompanhar a evolução e o resultado do seu esforço. Quer trabalhar? Quer namorar? Quer conversar? Tudo você consegue fazer na web. Até viver. Você já deve conhecer o Second Life . Acha tudo isso muito estranho? Eu também. Mas tem muita gente – especialmente os mais jovens – que encara isso com a maior naturalidade. Já pensou em que pé estaremos em 2020?
Outro ponto a ser considerado aqui é o poder que a internet tem de conseguir de uma maneira muito eficiente impactar os diversos nichos de mercado (veja o post sobre a Cauda longa). Vejamos o exemplo: se você é interessado em comunicação e marketing, na web você tem blogs específicos para falar sobre marketing viral, marketing de guerrilha, propaganda interativa, propagandas boas, mas que nunca serão publicadas, enfim, na web tem tudo para todos os gostos. E isso tem atraido cada vez mais gente, e por consequência, anunciantes e negócios para esse meio.
A mais recente pesquisa da Interactive Advertising Bureau (IAB) mostrou isso: o gasto com propagandas on-line nos Estados Unidos atingiu quase 10 bilhões de dólares no primeiro semestre de 2007, um recorde e 27 por cento maior que no mesmo período do ano passado. Ainda tens dúvida do poder desse meio?


do site www.ccsp.com.br
A IAP, o órgão de regulamentação de propaganda criado pelo mercado publicitário na Itália, decidiu proibir a fotografia de uma mulher anoréxica em campanha que chamava atenção para a doença, ao mesmo tempo em que promovia a marca de roupas "No-l-ita".
A entidade afirmou que a imagem, de autoria do fotógrafo Oliviero Toscani, violava seu código de conduta.
A foto chocante apareceu em jornais e em outdoors durante a semana da moda de Milão, em setembro, com as palavras "Não à Anorexia" e o nome da grife italiana.
As imagens já haviam sido retiradas dos outdoors de Milão, apesar de uma ainda continuar sendo exibida em Roma.
A IAP afirmou que a campanha publicitária desobedecia ao artigo 1 de seu código de conduta, segundo o qual um anúncio deve ser honesto, verdadeiro e correto, e ao artigo 10, segundo o qual um anúncio não pode ofender valores morais, cívicos ou religiosos e precisa "respeitar a dignidade humana em todas as suas formas e expressões".
Toscani considerou a decisão um ato de "censura" e disse que vai decidir se entrará com ação judicial em busca de indenização por danos morais e econômicos.
Com informações da Agência Estado.

Do site Aletp
Essa nova campanha, para a marca de pirulito Chupa Chups, foi criada pela agência sul-africana Lowe Bull e utiliza o slogan “It’s the end of the world without it” (É o fim do mundo sem ele).
Os anúncios mostram dramas adultos ganhando moldes infantis diante da falta do famoso pirulito.



Paula Rizzo
A incorporaçao de novas tecnologias deve tornar a mídia exterior cada vez mais uma ferramenta de interaçao e de relacionamento. Provas disto nao faltam. Aparecem em todas as partes do mundo empenas, mobiliários e outdoors distribuindo conteúdos digitais como podcasts, wallpapers, ringtones, mp3 e games através de infra-vermelho, bluetooth, QR-Codes e WiFi.
Percebendo esta tendência e esta oportunidade a Clear Channel Outdoor lançou esta semana o seu 1o painel em alta definiçao no Times Square, em Nova Iorque. Batizado de 'Spectacolor HD' aqui, está preparado para exibir vídeos publicitários em alta definiçao e full-motion. Trará também notícias sobre metereologia e notas de esportes que serao atualizadas em tempo real na metade inferior da tela. Serao fornecidas exclusivamente pela CNN, parceira neste empreendimento.
O painel é equipado com tecnologias interativas como o bluetooth, shotcode e WiFi, permitindo nao só interaçao com os conteúdos do painel como o livre acesso à internet nas suas proximidades. Usando celulares, os pedestres poderao escutar o áudio do painel, participar dos jogos na tela, enviar mensagens de texto e baixar arquivos de áudio e vídeo.
Apesar de ter um custo de implementaçao caro permite um grau de interatividade altíssimo e a possibilidade de explorar diferentes formatos comerciais numa mesma peça. Sugiro que fiquemos de olho. Iniciativas como esta devem surgir em maior número, e muito rapidamente.
Pedro Burgos é jornalista e entrou no Second Life pela SuperInteressante e mantém um blog sobre o assunto. Também comenta de videogames e tudo que sai no mercado.
Google prepara seu concorrente ao Second Life
Clique aqui pra ver mais
Há um argumento muito forte a favor de quem desconfia do sucesso ou do futuro do Second life: nem o Google nem a Microsoft cogitaram comprar o mundo virtual. As duas empresas planejam a compra (ou compram de fato) de tudo que é minimamente bem-sucedido na Internet e mostra futuro. E, como eu falei aqui outras vezes, acho o Second Life revolucionário, importante, mas de forma alguma é a ferramenta definitiva de uma rede social povoada por avatares. Virá coisa melhor no futuro. Talvez ainda este ano, ao que parece.
Rumores fortes na web esta semana dão conta de que o Google está testando seu próprio Second Life. O negócio chama “Our World” (Nosso mundo) e está funcionando para algumas cobaias da universidade de Arizona (EUA). A idéia na verdade é integrar muito mais ferramentas ao Google Earth e permitir que um avatar (bonequinho, representação do usuário) ande pela cópia do mundo de verdade. Parece que é uma iniciativa bem mais voltada para a parte comercial, já que você vai poder entrar em lojas de verdade e ver o que tem lá (imagina a grana que o Google vai cobrar de quem quiser aparecer no novo metaverso).
Mas a parte social, que o Google já ensaiou com o Orkut, não está esquecida. Se numa das suas andanças pelo mundo você esbarrar com outro avatar, vocês podem conversar. E você pode conhecer a casa da pessoa (ou pelo menos onde ela fica no mapa de verdade). Resumindo, é uma segunda vida mas bem mais focada na primeira. Vamos esperar para as novas informações, mas ao que tudo indica, e como tudo que o Google toca vira ouro, isso não vai ser diferente.